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Teimosia infantil

A fase da teimosia numa criança com três anos é um atentado ao nosso psicológico e até ao nosso físico. O dizer que não e ele bater o pé, caramba, que só penso e digo ao meu interior: "Olha que este é como a sua mãe." 
Bem que o pequeno é fiel às suas ideias malucas, aquelas que aparecem de 2 em 2 minutos e que são mais doidas uma que a outra... Tenho que admitir que é muito imaginativo, lutador e persistente, o que é das coisas que a teimosia tem de mais positivo. Mas isso de não dar o braço a torcer e não ligar nem um pouco para o meu não é muito desafiador, tenho também que admitir que é muito corajoso (lá está mais uma qualidade boa da sua personalidade) e que em contra-partida da palavra assustadora "teimosia" para algumas mães (tipo eu), é um lado de firmeza, determinação e de certo modo, segurança pessoal. 
Nessa idade, os nossos pequenos já demonstram com o passar dos dias e pouco a pouco a sua personalidade, que para além de pequena vai dar asas para algo maior. Ser teimoso é ser cabeça-dura, e numa criança com tão pouca idade cabe aos pais permitir a teimosia (quando vemos que já é em excesso) ser uma fase ou um hábito. 
Nessa altura, há que saber dizer que não com firmeza. Claro que dizer não ao nosso filho nem sempre é fácil, mas quando é necessário há que dizê-lo com muita firmeza e claro, não voltar atrás. 
E um dos truques que tenho aprendido com o passar dos dias, é o fazer com cada vez mais calma, paciência, porque uma coisa que a criança sente, é a insegurança dos pais. 
E não esquecendo que depois do seu Não, não deixe de dialogar com a criança, explicando o porquê do não para que ela perceba o motivo da sua proibição.
Agora só relembro das vezes que a minha mãe dizia: "Agora é que vais ver o que é bom para a tosse..." e para além de lhe responder em tom de brincadeira: "Xarope..." já lhe começo a dar um pouco pouquinho de razão.
Isso de quando os filhos são teimosos tem que se diga... E de que maneira.
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